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Asbrav - Revista Revista ASBRAV Digital

Johnson Controls Hitachi está presente no Mercofrio

Segmento HVAC&R tem grande responsabilidade porque lida com as condições ambientais básicas para a vida

15.09.2020  |  65 visualizações

A Johnson Controls Hitachi sempre investe em eventos que procuram nivelar o conhecimento técnico, reconhecendo trabalhos gerados nos meios acadêmicos e profissionais que permitam entregar para a sociedade as melhores soluções do segmento. A empresa estará presente no Congresso Mercofrio com profissionais contribuíndo com apresentações técnicas e divulgação de novidades das novas tecnologias e inovações associadas com as marcas Hitachi e York e que se tornam acessíveis para o consumidor sempre com melhor eficiência no consumo de energia, menores custos com manutenção e responsabilidade ambiental. Como o evento conta com o apoio das principais entidades do setor no Brasil e do exterior a presença da JCH tem como objetivo, também, promover e disseminar o conhecimento e a inovação, integrando Pesquisa, Indústria e Mercado, apresentando os avanços tecnológicos para todo o ciclo de vida dos sistemas HVAC&R e sustentabilidade-desafios e soluções.

Esta proposta está alinhada com o que praticamos em nossa empresa. Esperamos assistir destaques acadêmicos alinhados com orientações encontradas nos handbooks de ASHRAE, como reforço nos fundamentos, aplicações e sistemas e também novidades que sempre contribuem para a valorização das empresas e profissionais que atuam no setor”, afirma o gerente de Aplicação JCH-BR, João Antoniolli.

Na opinião de Antoniolli, o segmento HVAC&R tem grande responsabilidade porque lida com as condições ambientais básicas para a vida, seja nas nossas residências, prédios públicos, prédios comerciais, indústria e outros.

Existem projetos como o Qualificar da ASBRAV que é fundamental para o fortalecimento do setor, e da qualificação da mão de obra especializada. Permite treinar a mão de obra e este é uma das principais ações dos empresários. Investir em treinamento. Cabe ao fabricante entregar a solução completa para o consumidor e não somente produtos. A solução passa pela satisfação do cliente na compra, instalação e manutenção ao longo de toda a vida útil e os empresários devem investir em toda a cadeia de valor do bem que vai ser adquirido pelo cliente. A qualificação é continua e vai se transformando na medida que vão surgindo as novas formas de fazer negócios”, completa.


Aprendizados com a COVID-19

A pandemia do coronavírus mostrou mais uma vez a fragilidade do ser humano. O segmento procura entregar o IAQ com a preocupação de controlar temperatura, umidade, renovar, filtrar, distribuir e neste momento voltou seus esforços para identificar quais são estas temperaturas e umidade em que o vírus mais se propaga e se estaria diferente as condições de conforto térmico até então praticadas.

Não estamos falando até o momento em novos produtos e sim os devidos cuidados com o que já aplicamos e bem possível com um maior rigor ao cumprir as normas aplicáveis.
Entrou em discussão a eficiência dos filtros HEPA em função da dimensão do vírus, procurou-se entender melhor como este vírus se propaga no ar e quem dá suporte para que ele se movimente. Apareceram as oportunidades de utilizar melhores práticas de higienização como lâmpadas UV, distanciamento, o uso de máscaras etc. Como planos de ação referente ao COVID-19, passou-se a valorizar mais a necessidade de praticar a conformidade total com o PMOC e sem deixar de fora nenhum item dos parâmetros recomendados nas análises de IAQ.

Houve muita pesquisa por parte das associações e profissionais do segmento. Por exemplo, a ASHRAE foi uma que procurou ouvir todos os profissionais do setor. O momento foi de reunir a maior quantidade de informações e projetar ações de curto prazo.

Colocando sob uma visão mais prática deste problema que estamos enfrentando com o COVID-19, já foram identificadas algumas ações e cientes de que nenhum sistema que atenda uma área contaminada, onde a fonte de contaminação se encontra no local, é projetado para eliminar o contaminante, mas sim conter o mesmo.

No caso de um leito de hospital para um paciente contaminado, por exemplo, o importante é manter a contaminação nos menores níveis possíveis mas ainda mais importante é manter os contaminantes dentro da sala e evitar a contaminação cruzada de ambientes adjacentes ou de outros sistemas, mesmo um sistema de filtração perfeita não vai evitar que no caso de um paciente infectado tossir, espirrar ou falar, contaminar o ar. Também haverá contaminação constante das superfícies. Neste sentido, entendemos que existe um certo limite de até onde o sistema de ar condicionado possa evitar esta contaminação. Algumas ações são imediatas e já adotadas pela ampla maioria das pessoas como: Limpeza e desinfeção de superfícies, roupas adequadas para profissionais e pacientes, proteção mecânica para evitar a contaminação.

Acredito que o verdadeiro desafio para um sistema de filtração está mais em achar o ponto onde a quantidade de contaminantes no ar dentro da sala esteja em níveis aceitáveis. É bem difícil estimar quantas partículas ficam em suspensão sem medições em situações reais pois nem todas as partículas vão acabar no sistema de ar condicionado. Muitas vão encontrar barreiras mecânicas no caminho se prendendo a superfícies diversas, principalmente no caso de um paciente com máscara ou que, pelo menos, cobriu a boca ao tossir, outra parte vai simplesmente cair no chão, ao longo do caminho na rede de distribuição pode se prender nas paredes dos dutos, serpentinas etc. O desafio continua, pelo menos aqui no Brasil”, afirma o gerente de Aplicação JCH-BR, João Antoniolli.

Redação e coordenação: Marcelo Matusiak


 





Redação e coordenação: Marcelo Matusiak

  • Gerente de Aplicação JCH-BR, João Antoniolli. .
    (Divulgação)